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Rakes of Mallow

Pratique Rakes of Mallow em Gaita cromática de 12 furos em Dó com controle de andamento, loops, modo de acompanhamento, desafios com pontuação e digitação em tempo real.

02 / Notas de prática

Rakes of Mallow

Partitura e guia de prática de Gaita cromática de 12 furos em Dó

Tonalidade C Major
Compasso 2/4
Nível Intermediário
Extensão B4 to C6
Notas usadas: B, C, D, E, F, G, A

Pratique Rakes of Mallow em Gaita cromática de 12 furos em Dó com controle de andamento, loops, modo de acompanhamento, desafios com pontuação e digitação em tempo real.

Os boêmios de Mallow: sátira termal e melodia viajante

História da canção Da impressão londrina de 1733 e do spa de Cork à dança internacional, adaptação carnática e 75 ataques Whisflo.

Identidade irlandesa, rota internacional

Rakes of Mallow é ária, canção e dança tradicional anônima ligada a Mallow, County Cork. John Walsh imprimiu o título em Londres em 1733; Burk Thumoth incluiu a ária entre material irlandês nos anos 1740.

Isso comprova identidade irlandesa, não berço único. Formas parentes viajaram como Rakes of London, Rigs o’ Marlow, reel, polca, marcha e quickstep. Um lar cultural local pode acolher melodia viajante.

Spa e sátira social

Mallow foi balneário elegante nos séculos XVIII e XIX, o “Irish Bath”. A Spa House de 1828 possuía banhos, sala da fonte, leitura e consulta médica.

Um rake era jovem elegante e dissoluto. A letra satiriza bebida, dança, gastos, desordem e fuga de responsabilidade. A atribuição comum à família Creagh não foi sustentada pelas fontes consultadas.

A melodia tornou-se canção, polca, reel, quickstep militar, marcha e country dance. O nottusvara sânscrito Vande Minakshi usa a ária em louvor da deusa Minakshi. Leroy Anderson a levou à Eire Suite de 1947, estreada por Arthur Fiedler e Boston Pops.

Doze compassos Whisflo

Whisflo está em C maior, 2/4, 116 BPM, alcança B4–C6, usa sete notas naturais e tem 75 ataques em 16 compassos. Botão sempre solto.

Os compassos 1–4 alternam C–E e B–D; 5–8 chegam à corrida F–E–D–C–B–C–D–F. Os quatro finais saltam a C6, descem B–A–G–F e reutilizam corrida e cadência.

G maior era rótulo errado: não há F♯ e C é repouso. A tonalidade local é C maior.

Alegria sob controle

Pratique a 70 BPM C–E–C–E e B–D–B–D, depois F–E–D–C. Conte oito colcheias no compasso 7 e toque em um fluxo de ar; repita a precisão no 11.

Isole C6–B5–A5–G5–F5 sem forçar. Suba 70, 82, 94, 106 e 116 BPM. A letra ri do excesso: a execução pode ser exuberante, mas cada pulso continua governado.

Última verificação: 10 de agosto de 2026

Fontes e registro de pesquisa

  1. 01 The Rakes of Mallow — annotated tune history and sources Traditional Tune Archive
  2. 02 The Rakes of Mallow in Caledonian Country Dances John Walsh / British dance-music print record · 1733
  3. 03 Twelve English and Twelve Irish Airs Burk Thumoth / IMSLP · 1745
  4. 04 Rakes of Mallow — traditional song score and notes National Library of Scotland
  5. 05 The Spa House and Mallow attractions Mallow Development Partnership
  6. 06 Mallow and some Mallow men Journal of the Cork Historical and Archaeological Society · 1924
  7. 07 Two Morris Dances — Rigs o’ Marlow and Rakes of Mallow British Columbia Folklore Society
  8. 08 Jigs, Reels and Hornpipes: A History of Traditional Dance Tunes University of Sheffield / White Rose eTheses
  9. 09 The Rakes of Mallow — O’Neill setting Francis O’Neill collection / Traditional Tune Archive · 1903
  10. 10 Conference souvenir discussing Vande Minakshi and nottusvara Music Academy Madras · 1981
  11. 11 Vande Minakshi tvam — nottusvaram based on Rakes of Mallow VijayaDhwani Institute of Carnatic Music
  12. 12 Irish Suite — composition and performance history Leroy Anderson official reference · 1947
  13. 13 The Rakes of Mallow — modern session ABC TuneSource
  14. 14 Rakes of Mallow — flute score and tempo reference FluteTunes

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